-

Porque é que a maioria dos sites de organizações culturais falha o seu público
Entrar no site de um teatro, de um festival ou de uma companhia de dança devia ser uma experiência simples. Quero saber o que está em cena, quando, onde, quanto custa…
-

Cultura como negócio sem deixar de ser cultura, é possível?
A pergunta provoca desconforto em muita gente do sector. Falar de cultura e negócio na mesma frase activa um reflexo defensivo que conheço bem. A ideia de que introduzir lógicas comerciais numa…
-

O risco como princípio artístico: quando programar o desconhecido vale a pena
Toda a programação é uma aposta. A diferença está em saber o que se está a arriscar e porquê. Há um tipo de risco que os programadores conhecem bem e que…
-

Algoritmos e curadoria: quem decide o que as pessoas veem hoje em cultura?
Durante séculos, a resposta a esta pergunta foi relativamente clara. Decidiam os programadores, os directores artísticos, os críticos, os editores. Pessoas com nome, com posição, com um ponto de vista identificável.…
-

Erros comuns em candidaturas à DGArtes, e como evitá-los
Já li muitas candidaturas à DGArtes. Como júri, como consultor, como alguém que acompanhou organizações em processos de candidatura ao longo de anos. E há erros que se repetem com uma regularidade…
-

Como se constrói uma programação coerente sem orçamento ilimitado
Existe um equívoco persistente sobre o que torna uma programação cultural interessante. O equívoco é que a qualidade depende sobretudo dos recursos disponíveis. Que com mais dinheiro se faz melhor programação, e…

Categorias
Categories
Artigos Recentes
- Porque é que a maioria dos sites de organizações culturais falha o seu público
- Cultura como negócio sem deixar de ser cultura, é possível?
- O risco como princípio artístico: quando programar o desconhecido vale a pena
- Algoritmos e curadoria: quem decide o que as pessoas veem hoje em cultura?
- Erros comuns em candidaturas à DGArtes, e como evitá-los




